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Postado em 30 de Junho de 2026
Reunião, workshop ou imersão? Como escolher o formato certo de evento corporativo no Village
O Village já reuniu motivos para escolher uma imersão corporativa e dicas para organizar um evento empresarial. O que ainda faltava responder é uma pergunta mais prática: qual formato faz sentido para o seu caso?
Reunião de meio período, workshop de um dia ou imersão de dois ou três dias não resolvem o mesmo problema, e escolher errado custa tempo e orçamento.

Comece pelo objetivo, não pelo espaço
O erro mais comum de quem planeja um evento corporativo é escolher o espaço antes de definir o que precisa acontecer ali dentro. Uma reunião de alinhamento trimestral não exige a mesma estrutura que um lançamento de produto ou um encontro de lideranças.
Antes de decidir entre os formatos abaixo, vale responder: o evento é para informar, para decidir algo junto, ou para reconectar uma equipe que trabalha majoritariamente à distância? Cada resposta aponta para um formato diferente.

Reunião ou workshop de um dia
Faz sentido quando o objetivo é pontual: uma apresentação de resultados, um treinamento específico, uma decisão estratégica que precisa da presença de poucas pessoas-chave.
No Village, esse formato usa as salas Rosa Norte ou o Espaço Capela, ambientes climatizados com vista para o mar, ideais para grupos menores. A vantagem aqui é a objetividade: a equipe chega, resolve o que precisa, e ainda aproveita uma pausa de almoço com vista que nenhuma sala de escritório oferece.

Encontro de lideranças ou kickoff
Esse formato pede mais tempo: normalmente dois dias, com hospedagem incluída. É indicado quando o objetivo é alinhar um time de liderança que normalmente não está no mesmo lugar, ou abrir um ciclo importante (início de ano, novo planejamento estratégico, lançamento interno).
Foi exatamente esse o formato escolhido pela Zahl Investimentos para o seu primeiro encontro presencial de lideranças após um ano inteiro de trabalho remoto. A CEO da empresa, Patricia Cezar, relatou a experiência diretamente no blog do Village como o primeiro get away corporativo da empresa, e também o primeiro evento corporativo retomado pelo Village.
Você pode ler o relato completo neste artigo do blog. O ponto central: a ideia do evento já existia desde 2020, mas só pôde se concretizar quando o cenário permitiu. O resultado foi o reencontro presencial de uma equipe que, até então, só tinha se visto por chamadas de vídeo.

Imersão completa, de dois a três dias
Esse é o formato mais estruturado e também o que mais se beneficia do que o Village tem de diferente: gramado de 300 m² com vista para o mar e capacidade para até 150 pessoas, Espaço Capela com capacidade para 70, Espaço Gourmet para até 100, hospedagem em casas completas para toda a equipe, e atividades como trilhas, beach tennis e aulas de surf incluídas na programação.
Indicado para encontros anuais, treinamentos extensos ou momentos em que o objetivo declarado é fortalecer a cultura do time, não só repassar informação.
Como decidir na prática
– Se o evento cabe em uma manhã ou uma tarde, e o grupo é pequeno: reunião ou workshop nas salas Rosa Norte ou Espaço Capela.
– Se o objetivo é reunir lideranças que normalmente estão dispersas e o evento marca um momento importante do calendário da empresa: encontro de dois dias com hospedagem.
– Se o objetivo inclui fortalecer cultura, celebrar um ciclo ou treinar a equipe em profundidade: imersão de dois a três dias, com atividades estruturadas e toda a equipe hospedada no mesmo lugar.

Por que o lugar muda o resultado
Sair do escritório não é só uma questão de cenário bonito. Reuniões em ambientes sem janela, sob luz artificial e no mesmo prédio de sempre, tendem a reproduzir as mesmas dinâmicas e os mesmos bloqueios do dia a dia.
A proximidade com a natureza, o som do mar e a mudança de rotina criam as condições para que ideias diferentes apareçam e para que a equipe se relacione fora do roteiro de sempre. Foi esse o relato registrado no caso da Zahl: o primeiro encontro presencial depois de mais de um ano de trabalho remoto, num lugar que não lembrava em nada o escritório.